quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Animais de Laboratório


A um tempo atrás via - se até mesmo em jornais comuns notícias expondo a prática de "animais cobaias" e acho que por simplismente não ter mais uma boa audiência sobre assuntos relacionados foi decidido tira - los da mídia.
Ta mas e aí, vocês acham que isso acabou?
Bom, para aqueles que responderam que sim aí vai, isso de fato não acabou, e é ainda uma polêmica muito discutida, afinal existem seres humanos incapazes de perceber que apesar de ser um animal "irracional" eles também não merecem ser expostos a esse tipo de coisa.
Só para explicar, as aspas usada na palavra acima foi só para dizer de um modo que essas pessoas medíocres entenda o que escrevo, porque na verdade os irracionais ditos tem muito mais direito a vida do que esses defensores da causa citada!

No Brasil não encontrei um numero exato de animais submetidos a esse tipo de atividade, mas para se ter idéia nos EUA são usados para essas pesquisas de 17 a 23 milhões.

Animais também tem direito a vida, existem outros meios de se conseguir provas de suas experiências, portanto a todos aqueles que usam esses animais como cobaias pensem em apenas uma frase: Vocês iriam gostar de serem usados como cobaias ? ... Provavelmente imagino a resposta ...


Ajude a fazer isso acabar!

Diga NÃO a mais esse absurdo!


Obs:

Se você for atrás disso mais afundo vai descobrir diversos sites a favor destes testes alegando que são em prol da saúde do ser humano, que são eles que testam se algo pe bom ou não para seu consumo, que são bem tratados e todas essas baboseiras ... Acreditem, isso é uma falta de respeito, essas são pessoas que não tem amor a própria vida ...

Sim, são esses animais que são usados para saber se produtos do seu dia - dia é bom para uso ou não, produtos como pasta de dente, maquiagem, vacinas ... mas entendam, eles não são a unica forma deste procedimento, então coloco fim a esta história e espero poder ver em breve o fim desse desrespeito!





terça-feira, 10 de agosto de 2010

Soletrando?

Li este texto a algumas semanas e gostei muito! O blog na qual foi encontrado é do crítico e ator Felipe Neto e o texto foi escrito por Bel ...



Algumas semanas atrás tive o desprazer de assistir à final do concurso “Soletrando”, exibido pelo programa sabatino de Luciano Huck, que oferece bolsas de estudos em valores deveras tentadores para os alunos que -supostamente- mais estudaram e se esforçaram. Como professora de línguas, acompanho tal circo desde a primeira edição, com olhos críticos e muitos facepalms pelo caminho.

O ponto que torna o “Soletrando” notoriamente ineficaz em relação à educação das crianças que ali competem, e quiçá ridículo aos olhos de quem entende o mínimo de educação, é que o sistema de tal competição é baseado em dois fatores que não medem nem estudo e nem esforço: sorte e decoreba. Explico-lhes o porquê.





Falha 1:
Obstáculos forçados.

Soletrando nada mais é do que uma cópia fajuta das competições americanas de Spelling Bee Essas duas competições formam um dos mais belos exemplos de tout de même. Num Spelling Bee temos crianças soletrando palavras escorregadias de sua língua nativa, assim como vimos por sábados e mais sábados as crianças soletrando palavras rebuscadas na panelinha do Huck. A diferença é que os obstáculos de uma criança cuja língua-mãe é o inglês são BEM maiores que o de uma criança que fala português-brasileiro.

Não somos abençoados por Deus e bonitos por natureza apenas em relação à nossa geografia e clima privilegiados, mas também por um sistema fonético bastante claro e coeso. Se eu te falo “nectópode” você pode até não saber o que significa, mas sabe pronunciar. Sabe até que eu vou pronunciar “nectópodi”, mas que se escreve com um “e” final, pois são raros os sotaques que admitem o “e” ao fim de uma palavra, como os curitibanos que falam “leitE quentE”, enquanto que o resto do país fala “leiti quenti”. Para o fonema /i/ nós temos duas possíveis soletrações: “e” ou o próprio “i”.

A criança que fala inglês… pobrezinha… ao ouvir o som “i”, tem inúmeras possibilidades de soletração. Ela tem o som /i/ equivalente às escrita de: “ee”, como na palavra see (pronúncia: /ci/); “eo”, como em people (pronúncia: /pípol/); “oe”, como em phoenix (pronúncia: /fíniks/); “ey”, como em key (pronúncia: /ki/), dentre inúmeras outras que eu não seria capaz de citar. E eu mencionei apenas UM som de vogal. Imaginem agora as outras vogais. E agora imaginem também as consoantes. E as consoantes dobradas, sem a menor regra clara além da morfológica.

E que obstáculos tem uma criança que fala o português? As velhas pegadinhas de “com-agá-ou-sem-agá”? O fonema /s/, que pode ser escrito com “ss”, “sc”, “s” ou “c”? Com hífen ou sem hífen? Jota ou gê?

Entediante, meu caro Hulk. Deve ser por isso que subestimam as crianças a desafios inaceitáveis, como soletrar kirsch, que é uma palavra alemã e desclassificou um dos finalistas. Pede pra ele soletrar “licor de cereja”, pra você ver se ele não faz isso assobiando e chupando cana ao mesmo tempo. Não teve sorte, como um garoto na final do ano passado que pegou uma palavra absurda em qualquer contexto imaginado: “desasado”. Apesar de soar estranha, após a definição de que “objeto ou ser que foi desprovido de suas asas”, foi bem fácil para o aluno deduzir o radical “asa” e o prefixo “des”. Moleza.

O fato é que, para qualquer pessoa letrada e que costuma ler, como é o caso daquelas crianças, a língua portuguesa não é um desafio escorregadio. Ninguém é perfeito e erros ocorrem, mas o português é um pântano muito menos caudaloso se comparado ao inglês. Já que estamos falando de inglês, concluo esse tópico abusando de anglicismos:

TUPINIQUIM COPYCAT = FAIL


Falha 2: Estudo retrógrado

Qual não foi a minha surpresa ao ver um dos finalistas estudando o dicionário para conquistar sua bolsa de 100 mil paus? Deixa eu repetir isso:

ESTUDAR A PORRA DO DICIONÁRIO.

Me dói o rim ver um aluno estudar dicionário. Com sua licença, preciso de outro caps-lock: NÃO SE ESTUDA UM DICIONÁRIO, ESTES SERVEM PARA SEREM CONSULTADOS. É pra isso que existem.

Isso não é uma crítica à memorização de palavras novas. Pelo contrário, eu exijo que meus alunos de inglês estudem e memorizem o vocabulário novo como, por exemplo, palavras relacionadas ao tema “dinheiro”, ou ferimentos que podem ocorrer na prática de esportes. Mas jamais estudar e memorizar palavras fora de um contexto e uma situação. Me pergunto se Huck e sua panelinha, incluindo os professores-jurados, já ouviram falar em embodied meaning.

Pelo amor de Deus, o que há com os diretores dessa escola, e com esses pais? Eles permitem que seus filhos e alunos PERCAM horas preciosas do seu dia decorando palavras que jamais usarão, como a palavra “abissínio”, que eliminou mais da metade dos alunos na semi-final. Sabe o que significa “abissínio”? Pessoa natural da antiga região da Abissínia, hoje conhecida como Etiópia. Porra, se Abissínia é o nome antigo, pra que eu quero que meu aluno me prove inteligência sabendo soletrar uma nação que nem existe mais? Não seria mais proveitoso para mim, como professora, que meus alunos soubessem discursar por cinco minutos sobre os pontos em comum entre Etiópia e Brasil, dois mundos tão distantes e tão próximos em alguns pontos? Interpretem seu discurso fazendo um paralelo com a música “O Haiti É Aqui”, de Caetano Veloso. Pronto, dei-lhes dez minutos de material muito mais interessante que aquelas crianças chorando porque não souberam soletrar uma palavra absurda que não existe em seu (e nem no meu) universo pessoal.

Falha 3: Um sistema em ruínas

Estamos na era moderna (pós-moderna?). Robôs programados para aceitar sem discutir acumulam-se nas camadas baixas da sociedade, robôs estes programados para decorar coisas tão inúteis quanto musiquinhas de campanha política, bordões de novela e que “xanto” é amarelo em grego. Em uma era em que é cada vez mais importante sintetizar e raciocinar, o sistema educacional brasileiro ainda preza por decorebas inúteis e regras que, na vida real, nunca funcionam. Onde estão os debates? As discussões? A disciplina? Dentro da escola só existem, mesmo, dentro do dicionário.

O que mais me deixa PUTA é que tal competição oferece prêmios parrudos aos melhores robôs, aos que memorizaram melhor, aos que fizeram bem a sua função de decorar sem jamais se perguntarem se isso realmente lhes acrescentava algo -além, claro, da possibilidade das pratinhas ao final da competição.

E não é isso mesmo que o sistema todo quer? Robôs bem-educados que não questionam, apenas pensam no que vão ganhar com várias repetições idiotas, vazias e inúteis. É por essas e outras que, apesar do salário baixo, estresses, nervosismos e decepções, não abandono as salas de aula. Pode me chamar de utópica mas todos os dias tento fazer a diferença. Antes utópica do que inerte perante a situação calamitosa que vejo.

Conclusão: E a solução?

Proponho, ao invés de soletrações chatas, sessões de debate. Os alunos aprenderiam a argumentar, raciocinar, persuadir e ponderar -tudo isso sem jamais agredir ou desrespeitar o adversário. Aprenderiam a questionar, refletir, expor ideias e aprender com o discurso do outro. Aprenderiam a reconhecer falácias, e a desmontá-las como argumentos infundados. Veriam o quanto são manipulados e influenciados pelos discursos que só soam como verdade porque são repetidos ad nauseam em seus intelectos talentosos, porém ainda em formação.

O problema é que aí não tem tem menino chorando e musiquinha de suspense. Daí, não tem circo. Se não tem circo, não tem audiência. Se não tem audiência, quem vai pagar a bolsa de cem mil paus pros guris? E, cá entre nós, o grosso da nossa população nem teria como acompanhar um debate com fins educacionais, se nem um debate político é assistido com afinco.

Ao menos o Soletrando reforça a ideia de que o estudo traz, sim, retorno palpável. Estudando chega-se em algum lugar. Mas eu digo estudar DE VERDADE porque, se apenas decora-se o dicionário, o mais longe que você chega é mesmo no fundo do poç… digo, do caldeirão.

Óleo de cozinha ... saiba o que fazer!!

O óleo de cozinha é altamente poluente. Cada litro derramado na pia, além de danificar a instalação hidráulica, é suficiente para poluir até um milhão de litros de água. O prejuízo não pára por aí: jogado na natureza, o óleo utilizado em frituras pela dona de casa provoca a morte de peixes e desequilibra o ecossistema. Para descontaminar a água, o custo é alto - cerca de 20% do tratamento do esgoto.



O processo para reutilização do óleo de cozinha é simples: em vez de jogar o produto no ralo da pia, o morador deve colocá-lo em uma garrafa PET e depositá-lo no lixo seletivo. O óleo é recolhido pela CODECA é entregue a uma das 12 associações de reciclagem conveniadas à Prefeitura de Caxias do Sul, colocado em tonéis e vendido à Oleoplan, empresa de Veranópolis.

Lançado em 2008, o projeto encontrou ótimo respaldo junto aos restaurantes e cozinhas industriais de Caxias do Sul. O próximo passo da empresa é ampliar a adesão dos moradores. O objetivo é sensibilizar as pessoas, com material de informativo, a colocar o óleo de cozinha em garrafas PET e depositá-lo no lixo seletivo. O projeto Reciclar na Escola, em fase de implantação, vai incentivar os 37 mil alunos da rede pública municipal a divulgar a idéia junto aos pais e aumentar o recolhimento do óleo de fritura.


Este é um exemplo que muitas outras empresas deveria seguir. Outra solução para não jogar óleo no ralo da pia, ou no esgoto propriamente dito é reutiliza - lo em forma de sabão, para saber uma facil receita disso acesse:

Animais em circo - DIGA NÃO!

Ligamos a TV e lá estão os programas infantis mostrando animais de circos como se fossem bem tratados e felizes. Eliana é a que mais apresenta circos com animais em seu show e não tem pudor em mentir para as crianças. Ela sabe que os animais são maltratados. Já recebeu inúmeros e-mails de telespectadores. Gugu, Gilberto Barros (o "leão") e Adriana Galisteu glorificam o Circo Beto Carrero, como se fosse diferente dos circos menores. Xuxa já apresentou números com animais em seu programa, mas agora conhece a verdade dos circos com animais, a realidade dos maus-tratos e pede as crianças não aplaudirem os números com animais




Não permitiremos que nossas crianças cresçam se divertindo às custas de animais humilhados, escravizados e constantemente torturados.Não é possível se domar animais selvagens sem surrá-los, sem estabelecer uma relação de medo e dor. O fato dos animais estarem presos, enjaulados e acorrentados, deveria bastar para que não freqüentássemos circos com animais.

Circos do passado apresentavam aberrações como atração. O mundo evoluiu e esses números foram eliminados; os romanos jogavam seres humanos para os leões, como forma de entretenimento.Cultura evolui. Até quando vamos ter que ver animais em circos, em sociedades civilizadas? Até quando vamos permitir que se continue explorando criaturas inocentes em nome de tradição e cultura?



Não aceitamos mais; E se você também está do lado daqueles que lutam por respeito por todos os seres vivos, não saia deste site sem deixar seu recado. A abordagem deste não se reporta apenas à questão dos animais.A questão aqui é mais profunda. É a ética como ponto de partida para as mudanças que desejamos em nossa sociedade e o respeito por humanos e não humanos. É o mínimo que se pode esperar de uma sociedade civilizada.

Pelos artistas, sempre e incondicionalmente.
Pelo fim de animais em circos.







Novidade!

A partir daqui os meu próximos posts serão além de meus próprios textos como os de até agora, textos que acho na rede e estarei divulgando aqui para que mais pessoas vejam e se concientizem! São textos daquilo que acho correto, aquilo que realmente deveria ser mostrado na mídia de uma maneira mais ampliada para que todos tenham acesso!
O acesso é o poder e o poder é a informação!